Se a lagrima escorrer
Pouco a pouco secara
Até cessar seu caminho

Pelo rosto que a vida marcou, com traços e sorrisos.
Sussurra-te a pele e pede para não ir
Mas vai sem nem mesmo ter chego
Saio num desalento de um desespero inerte a saudade
Vai-se é para não mais te ver, mas não pensar é como:
Querer nunca mais suspirar ou respirar
Torna-se tão possível quanto entrar num quadro e viver lá,
Numa paisagem moderna e serena
Cavalos a beira rio, casas ao redor, arvores de outono ao por
de trás.
Folhas secas já são aguardadas, mas um adeus inesperado.
Torna-lhe frio e gelado quanto um inverso que se aproxima.
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