segunda-feira, 9 de abril de 2012

Grão

Meu coração fatiado

Mas meu amor intacto

Como no principio, jovem e viril.

Uma dor que dilacera o peito

Que ainda clama por ti

Porem um ardor mínimo, mas existente em um beco escuro e oculto no peito.

Minha voz rouca de tanto chamar

A quem não me ouve há tanto tempo

Contudo ainda há esperança

Porque sem ela não há mais vida

Por mais que eu seja apenas um grão no deserto do seu coração eu existo nele.

Se a cede me achar, tenho as lagrimas que derramo cada vez menos, mas que ainda caem
com a saudade que sinto.
A felicidade que sinto ao ouvir sua voz,

Ilumina meus pensamentos

Clareia meus passos como nem imaginas

Hoje uma data tão especial

Lembrei-me de você

E amanhã não será menos especial do que hoje,

Portanto irei pensar sonhar e até imaginar fantasias

De um futuro bom

Que guardo na imaginação

Se ainda te espero cantando é porque sinto que ainda

Pensa em mim

Não apenas como poeira

Mas como um broto

Vivido e verde

Irradiando firmeza e vontade de crescer

E dali fazer brotar um Oasis

Tão grande e belo

Capaz de suprir a mim e a ti.


(Vinicius Caetano)

2 comentários:

  1. A esperança é sempre o que nos move, nos impedindo de parar. É uma dádiva, sem dúvida. Mas por vezes uma maldição também, devo dizer.

    Lindo texto Vini, amei... toca fundo no coração.

    Um abraço!

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  2. Obrigado rafa! Talvez um pouco tarde meu agradecimento, mas como dizem: "antes tarde do que nunca"... eu fiquei muito tempo sem ver meu blog, guardo tantas lembranças nele, com tantos tipos de sentimentos que confesso que tive medo de reabri-lo, mas, hoje quando reabri a primeira coisa que fiz foi escrever o que eu estava sentindo... foi muito bom, um alivio, um aconchego eu diria... 9 de abril já foi uma data muito importante, hoje já quase não me lembro o motivo, embora desconfio muito do motivo e para quem escrevi rsrsrs... enfim, muito obrigado por escrever no meu blog... Desculpe por quando brigamos, mas faz tanto tempo, já nem me lembro o que foi dito, espero que não guarde rancor, por tanto tempo! grande abraço!

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