Mas não sinto o chão me tocar
Percebo o vento nas folhas das arvores
Contudo a brisa apenas toca o meu rosto
Vejo a luz do sol iluminar o dia
Porem não consigo perceber os raios solares penetrarem o meu
rosto
Bebo a água
para hidratar o meu corpo
No entanto a sede permanece intacta
Noto que há esperança
Essa minha que esta tao rala e fraca como a de um sertão
O amor que habitava em mim
Se perdeu em muitos beijos e abraços
Hoje o que me mantem
São as lagrimas que meus olhos ainda produzem
Ao me lembrar de um eu antigo

Nenhum comentário:
Postar um comentário